Economistas preveem aumento da desigualdade social no Brasil

Pesquisa da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (PNAD por sua sigla em Português) anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas últimas semanas apontam para a redução da desigualdade de renda no Brasil. O último dado do IBGE de 25 de setembro aponta para uma taxa de desemprego de 5,3% em agosto, a menor do mês desde 2001. Mas será que os dados realmente contam o que está acontecendo na economia brasileira durante o governo do país? PT

A divulgação inicial dos dados da PNAD apontou para o primeiro aumento da desigualdade de renda a partir de 2001 com o aumento do “índice de Gini” (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade) para 0,498. Com a correção dos cálculos feita pelo IBGE, o índice foi para 0,495.

No entanto, devemos questionar o cálculo pelo IBGE, que é baseado em uma pesquisa domiciliar, ou seja, a questão de “quanto você ganha a família”, porque exclui receitas não declarada dos ricos, como obtido através de lucros para aplicações financeiras, no mercado de ações, por exemplo. Esse ganho extra dos ricos não é contabilizado, alterando a capacidade da investigação de capturar a realidade da gigantesca e histórica concentração histórica de riqueza no país.

Rendimento estimado dos trabalhadores no Brasil

Por outro lado, a PNAD pesquisa sobre os rendimentos de caixa estimado de trabalhadores em uma família (que nos últimos anos cresceu baseada no aumento do trabalho precário, terceirizada, subcontratada nos sectores dos serviços), pois, devido à os baixos salários, a renda familiar é complementada com o salário de crianças em empregos precários, “biscates” – que muitas vezes não são registrados como retorno fixo, como empregados ou contrato, nem é consdiera que Muitos membros da família procuram trabalho extra ou mais de 44 horas semanais para complementar o salário.

Trabalhadores

Lembrando, o salário médio no Brasil que atinge mais da metade da população é de 1,5 salários mínimos, ou seja, pouco mais de 1100 reais. De acordo com pesquisadores da Universidade Nacional de Brasília (UNB), “a 5% mais ricos aumentou de wield cerca de 40% da renda total do país em 2006 para morder 44% em 2012”.

Em 2008, 48,7% de toda a renda nacional estava nas mãos dos 10% mais ricos do Brasil, ainda mais porque esse número também não considera ganhos financeiros, enquanto os 10% mais pobres tinham apenas 0, 8% da renda nacional (CEPAL).

A população trabalha demais

Quase 36% da população brasileira trabalhava mais de 44 horas por semana, segundo a pesquisa da OIT em 2009, e 15% dos trabalhadores recebem menos de 1 salário mínimo no país. Os dados deixam claro que, apesar de subestimar a realidade, os salários perdem a parcela da riqueza total produzida no país, o PIB. Atualmente, cerca de 35% do PIB corresponde ao salário.

Desse modo, as estatísticas do governo escondem a tendência estrutural do Brasil, que tem alta dependência de capital estrangeiro, exporta para a China, Europa e Estados Unidos, especialmente commodities, e um grande mercado interno. A concentração de renda no Brasil, a precariedade da vida e de trabalho das famílias mais pobres, ao contrário do que propaganda intelectuais petismo não invertidas com Lula e Dilma, mas os ricos ganham mais e os Os pobres ganham relativamente menos e menos em comparação com os lucros recordes dos capitalistas.

A relativa miséria da população vem crescendo no Brasil, apesar da leve redução da miséria absoluta com programas como o Bolsa Família, assim como em toda a América Latina, como mostram os dados da CEPAL. A crise econômica na indústria e nas exportações brasileiras, juntamente com austeridade e ajustes que o empregador e os gobienos preparar para depois das eleições, deve acelerar a tendência de deterioração das condições de vida e trabalho da esmagadora maioria dos Famílias brasileiras.

O Brasil é maravilhoso

Dizer que o Brasil é um país maravilhoso, com seus 4.000 quilômetros de praias, suas florestas tropicais – a Amazônia é a maior reserva biológica do planeta – e a variedade de seus recursos naturais, que incluem todos os tipos de minerais – petróleo produtos incluídos e agrícolas; não é apenas o país de bananas, ou café, ou açúcar, mas é um dos maiores exportadores de sementes oleaginosas, como a soja, e no extremo sul também produz carne bovina e cereais de primeira qualidade dos climas.

Consulta

O grau de industrialização é alto e o coloca como o oitavo país do mundo nesse aspecto; Tem sua própria tecnologia nuclear e cibernética e uma indústria automotiva que exporta para toda a América Latina. A superfície brasileira é aproximadamente a metade de toda a América do Sul, e sua população – mais de 160 milhões de pessoas – também é quase a metade do total da região (lembre-se que “o outro gigante”, México, é parte da América Latina, mas geograficamente localizada no hemisfério norte).

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