Funcionários públicos são demitidos ou perdem status e benefícios

Os camponeses sem terra ocupam propriedades não desenvolvidas. O sistema de saúde continua a deteriorar-se. Ao mesmo tempo, e este é o “conselho” primeira FMI estão aumentando privatização de grandes empresas públicas (118 em 7 anos, para um valor, pago dívidas que variam de 80 a 85 bilhões de dólares), com vista, nunca mais alcançado, para reduzir a dívida externa que continua hoje a ser estimada em mais de 300 bilhões de dólares.

O Brasil, com o “Plano Real”, aderiu à globalização financeira, a última fronteira, uma promessa de modernidade econômica, legitimamente reivindicada por um grande país com imensas potencialidades humanas e naturais. A prioridade do candidato Cardoso, permanece estreita, reduzida a quase a única defesa do capital político real, principal, é verdade.

Crise econômica no Brasil

E, infelizmente, instrumento psicológico determinar uma população verdadeiras questões que agitam as bolsas de valores de São Paulo e Rio de Janeiro, e, apesar das dificuldades econômicas pouco mal informado, está profundamente comprometida com uma moeda que é o seu orgulho para n não ser, como os anteriores, “depreciados” do lado de fora, como do lado de dentro.

Austeridade

Reeleito, Fernando Henrique Cardoso, encontrou o que não havia sido colocado na linha de frente da campanha eleitoral, mas foi criado na realidade, a crise financeira, o rígido programa de austeridade imposto pelo FMI em novembro. , em troca de US $ 41,5 bilhões em ajuda, à frente do que é hoje o futuro de longo prazo: o colapso financeiro do qual o Brasil foi alvo anunciado em janeiro passado.

Por outro lado, o que não foi anunciado foi a decisão do presidente Fernando Henrique Cardoso de pôr fim à defesa do real, deixando-o flutuar contra o dólar e, como garantia, nomeando o chefe do o Banco Central, um homem que recentemente trabalhou para a estrela dos especuladores internacionais, George Soros…

Em setembro, Fernando Henrique Cardoso lançou um apelo ao G7 para pôr fim à “especulação frenética” e prometeu que ” o país não seria sacrificado a esta especulação que não repousa sobre qualquer situação real “. Este “sacrifício” ocorreu, pelo menos, nas primeiras cenas.

Responsabilidade

Além (e a montante) do espetacular colapso da moeda, os processos políticos, econômicos e sociais foram implementados no irpf, cuja magnitude é muitas vezes além das expectativas, cuja medida obviamente não é não dado pelos números oficiais. O retorno do desemprego (18% anunciado) e o da inflação (15% na melhor das hipóteses) estão assegurados, a recessão é certa, a dívida externa continuará a aumentar e seu serviço aumentará.

Quanto ao plano de assistência do FMI, teve que ser reconsiderado sobre as novas bases impostas pelo FMI diante da depreciação de cerca de 40% do real, e a nova versão só pode ser mais draconiana. O presidente Fernando Henrique não está certo de que medidas de austeridade reforçadas serão adotadas sem relutância por sua maioria parlamentar, um grande segmento atento às dificuldades da população.

Deve, além disso, administrar uma tipóia de sete governadores de estados da Federação que exigem a renegociação de suas dívidas vis-à-vis o poder central: a dívida de todos os estados no valor de mais de 100 Bilhões de dólares.

Divida externa

Também deve conter os apelos por uma moratória sobre a dívida externa que está surgindo dos partidos da oposição de esquerda, sindicatos, a Conferência dos Bispos do Brasil e alguns economistas, como o muito respeitado Celso Furtado, que declarou no Jornal do Brasil, 15 de fevereiro: “A moratória chegará. Acho que em um ou dois meses o Brasil será levado a uma renegociação de sua dívida”.

O enfraquecimento econômico interno do Brasil é dobrado, no nível da região, pelas dificuldades de funcionamento do Mercosul, devido ao desequilíbrio das trocas comerciais entre o Brasil e a Argentina ocasionadas pela desvalorização do real. Este é o momento escolhido por Bill Clinton para reavivar a idéia de uma extensão para os 34 países da América Latina da Alena, a área de livre comércio econômico que hoje reúne os Estados Unidos, Canadá e México. A crise brasileira não acabou.

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