Programa do Banco Mundial desloca comunidades rurais no Brasil!

Por ocasião da conferência anual de terra do Banco Mundial, a organização internacional de defesa dos direitos humanos FIAN (Food First Action Network and Information) criticou o programa do Banco Mundial de concessão de terras no estado brasileiro Piauí Scharf. Em um comunicado de imprensa, ele disse que haveria populações locais confiscadas ilegalmente nos últimos anos e “possuídas por grandes empresas do agronegócio”.

Se este programa do Banco Mundial continuar sem controle, “o Tor abre e fecha a porta para uma apropriação de terras” legalizada por um ataque perigoso, que atinge milhares de ecossistemas de famílias e destrói um ecossistema global “. Somente no Sind, segundo o Piauí Fian, 11 mil camponeses são afetados pelo despejo forçado.

Quatro milhões de acres de terra são adquiridos por empresas internacionais e privatizados. Através de e outras empresas estrangeiras de financiamento de pensões, centenas de milhões de dólares foram investidos na região para adquirir um brasileiro através de terras aráveis ​​intermediárias. Documentos internos mostram que eles estão cientes da extensão da apropriação de terras e seu impacto na região.

Informações sobre o Banco Mundial

“O Banco Mundial está entrando para os investidores do agronegócio nesta importante região do Brasil. Os agricultores locais que vivem na terra há gerações estão sendo expulsos da busca por lucros rápidos, que custarão muitas vidas e terão enormes implicações ambientais”. citou esta conferência em curso do Banco Mundial em Washington atende o comunicado de imprensa de Doug Hertzler Action Aid EUA, atualmente.

Banco Mundial

O promotor brasileiro interveio em 18 de dezembro, de acordo com o Banco Mundial 2017 da Fian, e fez uma recomendação formal ao Programa Terra, que, no entanto, está sendo ignorado. Além disso, as autoridades apontaram a necessidade de abordar as violações dos direitos à terra às comunidades tradicionais, que já foram ao Banco Mundial como parte do projeto.

Reforma agrária no Brasil

De acordo com reportagem do portal de notícias UOL, no Brasil em 2017 a reforma agropecuária chegou a um impasse: desde então, segundo a fonte, nenhuma família foi assentada pelo programa de reforma agrária e aumento os pedidos de seguro desemprego mte. Para comparação, 1.686 famílias foram incluídas em 2016, em comparação com 26.335 em 2015. Em 2006, 136.358 famílias receberam terras.

Reforma agrária

O portal conta com as informações fornecidas pela autoridade agropecuária brasileira do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). O Incra, por sua vez refere-se a um pelo TCU Auditoria Federal brasileiro adotou até setembro proibição implementar no ano passado aplicável em projetos de assentamentos no contexto da reforma agrária, bem como a mudança na lei 13.465, que entrou em vigor em 11 de Julho 2017 Isso mudou os critérios e a seleção de beneficiários da reforma agrária.

De acordo com o Incra, no entanto, o decreto do presidente de fato Michel Temer não foi publicado até agora, de modo que a implementação das medidas da política de reforma não pode ocorrer atualmente. O relatório UOL cita um cientista do Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Professor Sergio Sauer, da Universidade de Brasília, que declarou o impasse na reforma agrária com a falta de vontade política do governo.

“Embora seja verdade que a decisão do TCU foi um dos elementos que bloqueia o processo, não foi de forma alguma o único”, disse Sauer. “Mesmo antes de 2016, havia problemas orçamentários, mas havia também a vontade política de reestruturar a política de reforma agrária.” A idéia por trás disso, diz Sergio Sauer: “Mais fundos devem ser colocados em desenvolvimento, como a expansão de fundos de empréstimos de pequena escala, de modo a reduzir os programas mais conflitantes, como a reforma agrária”.

Após o julgamento do impeachment da ex-presidente (2011-2016) Dilma Rousseff, a situação se agravou ainda mais. Um dos primeiros atos de Temer foi a dissolução do Ministério da Formação Agrária, que agora está afiliado ao Ministério Presidencial como uma secretaria muito menos significativa. “Deixando estava lá antes (no final do reinado de de Dilma) cortes orçamentais, não existe mais um último pouco de vontade política, novos projetos de assentamento ou o reconhecimento de territórios tradicionais para realizar”, disse Sauer.

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